A campanha tucana está em crise. Sem ânimo e mobilização, sem militância e discurso, mal nas pesquisas e sem aliados e palanques nos Estados a candidatura de José Serra (PSDB-DEM-PPS) vai afundando. O resultado das novas pesquisas Datafolha e Vox Populi do fim de semana acendeu um sinal amarelo na coordenação da campanha da oposição. Ela apavorou-se e saiu a campo para cobrar de seus aliados bem situados nessas sondagens mais empenho na defesa do candidato ao Palácio do Planalto. Nesse canto de cisne, o esforço maior concentra-se em Minas, Rio e Pernambuco, Estados em que é maior a preocupação com o corpo mole dos aliados e a falta de esforço deles na campanha serrista.
A campanha tucana está em crise. Sem ânimo e mobilização, sem militância e discurso, mal nas pesquisas e sem aliados e palanques nos Estados a candidatura de José Serra (PSDB-DEM-PPS) vai afundando. O resultado das novas pesquisas Datafolha e Vox Populi do fim de semana acendeu um sinal amarelo na coordenação da campanha da oposição.
Ela apavorou-se e saiu a campo para cobrar de seus aliados bem situados nessas sondagens mais empenho na defesa do candidato ao Palácio do Planalto. Nesse canto de cisne, o esforço maior concentra-se em Minas, Rio e Pernambuco, Estados em que é maior a preocupação com o corpo mole dos aliados e a falta de esforço deles na campanha serrista.
Cobram mais empenho do ex-governador Aécio Neves (PSDB) e o mesmo do ex-prefeito carioca, César Maia (DEM), no Rio, ambos candidatos a senador. Os tucanos não escondem a preocupação com o clima de intriga do palanque fluminense de Serra, principalmente a disputa política entre o presidente nacional do DEM, deputado Rodrigo Maia (RJ) e o candidato a vice indicado por eles a Serra, deputado Índio da Costa (DEM-RJ).
Daí ninguém menos que o próprio presidente nacional do DEM, num streep tease público da desagregação da campanha da oposição saiu a campo para falar não apenas das intrigas e divisões de seu partido e dos aliados no Rio, mas até da fragilidade da situação deles e da desmobilização em Minas Gerais.
"Os tucanos estão com problema de logística e mobilização. Mas, não podem transferir essa responsabilidade. Agora, é uma idiotice achar que vou abandonar o Índio, que é do meu grupo político. Não sou medíocre" reagiu Rodrigo, acrescentando que em Minas "a prioridade é o Anastasia (governador tucano candidato a reeleição). Não podem querer que Aécio tenha o mesmo esforço para ajudar o Serra. Não dá para carregar dois ao mesmo tempo".
| Postado em 28/07/2010 ás 21:25 |