Brasília - Sexta , 24 de Maio de 2013 Página Inicial | Indique aos amigos
Coluna de

Os azarões e ímprobos nas eleições
Se as recentes pesquisas de intenções de voto divulgadas não estiverem erradas, os analistas políticos deverão se debruçar sobre os resultados eleitorais de sete de outubro para descobrir o que aconteceu em algumas capitais e cidades médias.

É que, por exemplo, em Curitiba, São Paulo e Palmas três azarões estão pregando uma bela surpresa nos grandes partidos nacionais e desfazendo a tese que tempo no horário eleitoral é fundamental para ganhar uma eleição.

Ratinho Junior em Curitiba, Celso Russomanno em São Paulo e Carlos Amastha em Palmas derrubam essa lógica que prevaleceu até agora.

Outra tese é que a sociedade brasileira repudia candidatos com folha corrida maculada por investigações por improbidade administrativa e corrupção.

Neste caso, o exemplo mais bem acabado é o do prefeito de Macapá, Roberto Góes, candidato à reeleição.

Dos azarões, Carlos Amastha (PP) que, segundo pesquisas recentes lidera a disputa pela prefeitura de Palmas com mais intenções de voto que todos os outros concorrentes somados, é o principal destaque.

Amastha é um colombiano naturalizado brasileiro e um vitorioso empresário do ramo de shopping centers que nunca disputou uma eleição em sua vida. Amastha decidiu disputar a prefeitura de Palmas num rompante ao ser criticado por políticos tradicionais de Tocantins.

Tem pouco tempo de TV e saiu de 1% para 47%. É um fenômeno. Se vai ganhar, as urnas dirão.

Ratinho Junior (PSC) e Celso Russomanno (PRB) não são marinheiros de primeira viagem, pois são parlamentares federais, mas seus partidos são minúsculos.

Ratinho e Russomanno lideram as pesquisas enfrentando candidatos de máquinas partidárias como o PSDB, PT e PMDB.

Outro fenômeno é o prefeito, candidato à reeleição em Macapá, Roberto Góes (PDT), que além de ter sido preso por 60 dias entre o Natal de 2010 e o Carnaval de 2011, está fazendo uma péssima administração na capital do Amapá, mas lidera a disputa com folga.

A explicação para a liderança de Roberto é outra incógnita, principalmente por que está em curso o julgamento do mensalão.

Alguns analistas, entre eles o que vos escreve, creditam a liderança nas pesquisas de intenções de voto aos marqueteiros que conseguiram deslocar o Roberto prefeito, do Roberto candidato.

O prefeito é Roberto Góes, o candidato é Roberto 12. Na campanha nem um resquício de que ele disputa a reeleição. É como se ele fosse candidato novo que nunca governou Macapá.

Resumo da ópera.

Essas são apenas quatro constatações, em que estando certas as pesquisas, deverão abrir uma profunda reflexão sobre o que faz os eleitores apostar em azarões e candidatos com ficha corrida maculada por investigações criminais que correm na justiça.

Postado em 26/09/2012 ás 10:32

Coalizão de Dilma está em colisão
Direto da Varanda

De todos os escândalos que surgiram até agora, o do Ministério das Cidades, em cartaz essa semana na mídia nacional, é o que exibe mais indícios desta colisão.

O raciocínio que será exposto a seguir pode até parecer, mas não é uma defesa do ministro das Cidades, Mario Negromonte (PP).

É a constatação da colisão na coalizão.

De repente, não mais que de repente, cai no colo do jornalista Leandro Colon, de O Estado de S.Paulo, a estória de dois pareceres com a mesma numeração e data, um defendendo a implantação do BRT e outro do VLT em Cuiabá, num mesmo processo.

Claro que é um fato estranho.

Senão vejamos:

Por mais incompetente que fosse o corpo técnico do Ministério das Cidades, esse tipo de coisa é inadmissível de acontecer.

Principalmente, por que a ordem de troca da escolha do BRT pelo VLT como veiculo de mobilidade urbana em Cuiabá, veio do Palácio do Planalto, atendendo a um pleito do governo do Mato Grosso.

As justificativas são conhecidas e favorecem ao VLT, que tem um custo inicial maior, mas uma manutenção menor e uma durabilidade muito maior que o BRT.

Fato semelhante ocorreu em Salvador.

Num primeiro momento a escolha recaiu no BRT, mas depois de um estudo mais apurado, chegou-se a conclusão que uma linha de metrô seria mais adequada para a mobilidade urbana da capital baiana.

Até aí nada demais.

Tanto que a presidenta Dilma Rousseff concordou com as duas modificações e ordenou que o Ministério das Cidades refizesse os dois processos para a assinatura dos convênios que repassam recursos da União para as obras.

É aí que a porca entorta o rabo.

No processo do metrô baiano tudo bem, mas no do VLT de Cuiabá surge à duplicidade de pareceres com o mesmo número e data, assinados por técnicos diferentes.

Resumo da ópera.

Está na cara que o parecer anterior sobre o BRT foi plantado, pelos interessados pelo cargo de Negromonte, no processo para desgastá-lo e incriminá-lo.

É o tal do fogo amigo, que vem sendo praticado a larga na Esplanada dos Ministérios.

O raciocínio é simples.

Dois processos contemplavam um meio de transporte e depois foram trocados por outro.

Nada de criminoso na troca.

Vai daí a colocação do jabuti no processo. Feito isso, o vazamento para conturbar a situação de Negromonte.

Simples, como um e um é igual a dois, meu caro Watson.

Postado em 27/11/2011 ás 20:18

E tome crédito
Direto da Varanda

Desde há muito tempo este sítio alerta para a possibilidade de o crescimento econômico brasileiro ser uma ficção, pois ele é todo calcado no consumo através de facilidades de crédito.

O repórter Fernando Nakagawa, na edição de domingo (20) de O Estado de S. Paulo, mostra que “o governo volta a incentivar o crédito para o consumo em um momento que, teoricamente, tem ingredientes arriscados: brasileiros nunca deveram tanto e nunca comprometeram parcela tão grande do salário para pagar as dívidas”.

Fernando revela que “desde a crise de 2008, quando o governo aumentou a oferta de crédito para manter a economia aquecida, a dívida total dos brasileiros saltou 80,7% e o valor das parcelas pagas mensalmente cresceu 60%. Enquanto isso, o salário aumentou bem menos: 33,3%”.

“O endividamento das famílias está no nível mais alto da história: pessoas físicas devem cerca de R$ 715,19 bilhões aos bancos em operações das mais simples, como o microcrédito e o cheque especial, até financiamentos longos, como o imobiliário e de veículos, passando pelo caro cartão de crédito”.

“Cada brasileiro deve atualmente 41,8% da soma dos salários de um ano inteiro, um recorde”.

“Em 2008 os brasileiros deviam o correspondente a 32,2% de sua renda de 12 meses”.

Apesar do recorde do endividamento, o governo aumentou as chances de os brasileiros se endividaram mais ainda.

Novos incentivos para financiamentos voltados ao consumo - como o crédito para veículos, pessoal e consignado foi liberado.

Pelo visto a equipe econômica está pouco se lixando se os estoques estão elevados, a produção industrial está em queda e o flagelo do desemprego ronda o país.

Resumo da ópera.

O repórter Jamil Chade, de O Estado de S.Paulo, perguntou ao economista espanhol Santiago Nino Becerra, que em 2006 previu a crise econômica que afeta a Espanha, se o caso espanhol poderia servir de lição ao Brasil que experimenta um boom.

Eis a resposta de Becerra:

“Acredito que o Brasil vive uma situação virtual como a que viveu a Espanha de 1995 a 2007. Pelo que eu sei, a economia brasileira navega em um mar de créditos no qual o governo incentiva o consumo de tudo, como ocorreu na Espanha. Para "resolver" a questão da distribuição de renda, o Brasil deu acesso a crédito a um porcentual enorme da população. Algo parecido com o que ocorreu na Espanha. De 1997 a 2007, os salários reais dos espanhóis só cresceram 0,7%. Mas a população consumiu de tudo. Penso que o Brasil hoje é a Espanha em 2003, numa versão 2.0”.

Por isso, não é exagero se prever que o futuro do Brasil pode ser igual ao da Espanha de hoje, pois a política econômica brasileira é uma ficção.

O mais doloroso é que os condutores da economia sabem disso, mas ignoram em nome da ótica eleitoral.

Postado em 20/11/2011 ás 20:15

O cavalo que saiu do poço
Republico neste espaço, o artigo "O cavalo que saiu do poço" do senador João Capiberibe.

O cavalo que saiu do poço

Encontrei Claudio, em sua granja, nas margens da BR-210, também conhecida como Perimetral Norte, a poucos quilômetros da pequena cidade de Pedra Branca do Amapari.

Aliás, essa estrada, planejada e iniciada nos tempos do Brasil do ame-o ou deixe-o, abriria uma fenda de 5 mil quilômetros no coração da Amazônia caso fosse concluída.

Iniciada em 1973, com uma grande concentração de homens e máquinas em gigantescos canteiros instalados em três pontos diferentes, separados entre si por milhares de quilômetros de floresta, um no Amapá, outro em Roraima e o terceiro no Acre, era uma loucura que não foi longe.

Mas, o tamanho do estrago não foi pequeno, que o digam os povos indígenas viventes nas áreas por onde a insanidade começou.

Anos depois, conheci as duas pontas da estrada que felizmente não se uniram, a do Acre, onde passei uma temporada, e a do Amapá, onde vivo.

Causa-me arrepios, só de pensar nas consequências ambientais caso esse projeto tivesse se consumado. Se a Amazônia perdeu 17% de sua cobertura florestal sem essa estrada, com ela conclusa, essa cifra no mínimo dobraria.

Na minha volta do exílio, no início dos anos 80, acompanhei de perto o drama dos Waiãpi, na verdade do que restou deles, depois da invasão de seu território pelas máquinas vorazes e pelas doenças trazidas pelos homens da Mendes Jr, empresa contratada para executar o trecho onde eles viviam isolados do mundo selvagem dos brancos.

O genocídio desse povo não teve eco nos anos de chumbo, nem tão pouco na democracia. Permanece no esquecimento, assim como o dos Ianomâmis em Rondônia.

Desculpem o longo interregno, mas quem vive na Amazônia não pode deixar de comentar tamanha insensatez.

Agora retomemos a visita à granja do Claudio.

Eu não estava só, compúnhamos uma intrépida trupe, que desafiando o senso comum de que política só se faz com muito dinheiro, insistíamos em levar adiante a candidatura de um jovem deputado estadual, de primeiro mandato, ao cargo de governador do Amapá, além claro da minha ao Senado e a de Janete, minha companheira de vida e de luta, à Câmara Federal. O que sobrava de ousadia, disposição e entusiasmo faltava em dinheiro. Peregrinávamos de porta em porta, em campanha eleitoral, falando de nossos projetos e pedindo votos de confiança.

Chegamos na granja de Cláudio. Alguém abriu a porteira. Nossos carros assustaram os cabritos que pastavam nas laterais da estradinha de terra batida.

Ele nos viu de longe, largou o que estava fazendo, veio em nossa direção e antes de me cumprimentar, exclamou:

- Você é o cavalo que saiu do poço!

Confesso que me assustei. Ser chamado de cavalo na chegada não parecia uma maneira cordial de ser recebido.

Em seguida, Claudio apertou a minha mão e me abraçou. Virou-se aos demais e lhes disse:

- Um fazendeiro, depois de fazer de tudo para retirar um cavalo que caíra no poço da fazenda, desanimou e decidiu enterrar o animal ali mesmo. Com uma pá foi jogando terra dentro do poço. A terra caia no lombo do animal que se sacolejava todo fazendo deslizar a terra, ao mesmo tempo em que a pisoteava com seus cascos. Ao final, quando o fazendeiro menos esperava, o cavalo emergiu do fundo do poço. É isso aí. Você Capi, é o cavalo que vai sair do fundo do poço nessas eleições, só que em vez de terra, seu alicerce será os votos conscientes do povo do Amapá.

Pois olhem!

Não é que a profecia de Cláudio se concretizou, o protagonismo popular não se fez de rogado, o jovem candidato Camilo, que também é meu filho, foi eleito governador, eu senador e sua mãe deputada federal.

Mas, como dizia o poeta Drummond, no meio do caminho tinha uma pedra, pedregulho esse que em alguns momentos imaginei irremovível. Mas Deus não dorme, e finalmente, a norma que mudou a regra do jogo no segundo tempo da partida (Lei da Ficha Limpa), por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), não se aplicaria nas eleições de 2010, confirmando a vontade soberana e generosa do povo do Amapá, ou nas palavras de Claudio, transformando-me no cavalo que emergiu do fundo do poço.

* Ex-prefeito de Macapá, ex-governador reeleito, senador eleito no pleito de 2010 às vésperas de ser diplomado.

Postado em 14/11/2011 ás 09:21

Ainda existirá pedra no caminho de Capiberibe?
No dia 29 de setembro, este Direto da Varanda sob o título “Capiberibe esperou e alcançou a louvação” traçou o roteiro da diplomação e posse de João Capiberibe (PSB-AP) no mandato de senador.

Mas, como todo “gato escaldado tem medo de água fria”, o referido texto trouxe uma advertência:

“Se não acontecer nenhum contratempo este é o roteiro da diplomação e posse de João Capiberibe no cargo de senador da República.”

A advertência era fruto de uma nota publicada, em 19 de setembro, no Blog da jornalista Alcinéa Cavalcante, na qual ela descrevia um encontro casual com o senador-tampão Gilvam Borges (PMDB-AP), que deixa o cargo com a assunção de Capiberibe.

Dizia a nota:

“Encontrei ontem [18] no aeroporto com o senador licenciado Gilvan Borges (PMDB) que me disse que dentro de poucos dias perderá o mandato e em seu lugar assumirá João Alberto Capiberibe (PSB). Mas ressaltou: “Isso se ele (Capi) não tropeçar em nenhuma pedra no meio do caminho”.”.

A ressalva do senador-tampão era intrigante e irônica.

Nas entrelinhas, o senador-tampão revelava que o calvário de Capiberibe estaria próximo, mas que ainda existiriam alguns obstáculos para ele ultrapassar.

Dito e feito.

Como preconizado por Gilvam, o contratempo ocorreu. O roteiro divulgado foi cancelado.

Capiberibe “tropeçou” na pedra do tecnicismo jurídico que assola o país.

O eminente presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Amapá, desembargador Edinardo Maria Rodrigues de Souza, entendeu que o ofício, enviado pelo ministro-relator do calvário de Capiberibe no Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux, informava que o registro da candidatura ao Senado havia sido deferido, mas não pedia que o TRE-AP o diplomasse.

Como manda o tecnicismo jurídico, Capiberibe protocolou no TRE-AP uma petição, na qual requereu ao desembargador Edinardo de Souza, seja pelo recebimento da comunicação oficial do inteiro teor da decisão proferida pelo STF, seja pela não concessão de efeito suspensivo à referida decisão pelo ministro Luiz Fux, seja imediatamente expedido o seu diploma de senador da República.

Edinardo enviou o ofício de Fux para a manifestação do MPE, que entendeu, como ele, não ser possível a diplomação de Capiberibe. Restaria o julgamento pelo do Tribunal que acabou misteriosamente protelado.

Escaldado pelas pedras em seu caminho, Capiberibe entrou com uma reclamação no STF, informando ao ministro Luiz Fux que a sua a decisão pela diplomação foi negada pelo presidente do TRE-AP.

Resumo da ópera.

Por unanimidade, o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) negou provimento ao recurso que questionava decisão do ministro Luiz Fux que, em agosto deste ano, deu provimento ao Recurso Extraordinário (RE 636359) de João Alberto Rodrigues Capiberibe, candidato do PSB ao Senado pelo estado do Amapá nas eleições de 2010.

Ao analisar o recurso na sessão desta quinta-feira (3), o relator frisou que não houve violação ao princípio do juiz natural, uma vez que o Pleno autorizou os relatores a decidirem individualmente os casos similares que estivessem em seus gabinetes. Para o ministro Luiz Fux, o agravo seria uma forma de resistência à aplicação do entendimento do STF sobre a não aplicabilidade da Lei Complementar 135/2010 ao pleito de 2010.

Com esse argumento, o ministro votou no sentido de negar provimento ao agravo interposto, segundo o relator, por interessados em ocupar a vaga de quem, em razão da decisão da Corte Suprema quanto à LC 135/2010, tem direito de assumir a vaga de Senador da República.

Todos os ministros concordaram com a sugestão do relator, no sentido de que seja expedido ofício comunicando a decisão da Corte ao TSE e ao Tribunal Regional Eleitoral do Amapá, independente da publicação do acórdão, "a fim de que se produzam imediatamente os efeitos do provimento do recurso extraordinário do recorrente João Alberto Rodrigues Capiberibe", explicou o ministro Luiz Fux. (Os parágrafos acima em itálico são do Notícias STF)

Dito isso, resta aguardar a expedição do diploma pelo TRE-AP, que será apresentado a Mesa Diretora para que Capiberibe seja empossado senador.

De antemão, já se sabe que José Sarney fará cumprir o ritual de cinco sessões para que o senador-tampão apresente sua defesa, o mesmo procedimento adotado para o caso similar do senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), que vai ocupar a vaga do tampão Wilson Santiago (PMDB-PB).

Essa legalmente é a última pedra no caminho de Capiberibe, mas como gato escaldado tem medo de água fria, é possível que surja outra pedra, a da postergação do ato até o início do recesso, o que inviabilizaria a posse de Capiberibe, ainda, este ano.

Postado em 04/11/2011 ás 16:15

[ Imprimir ]

[ Ver todas as publicações da coluna ]

Veja Também
» Os milicos e Dilma
» Instrumento de corrupção
» Dinheiro, a saúde pública tem, o problema é a falta de combate à corrupção
» Sarney manobra contra decisão popular sobre fuso horário do Acre
» O bilau do Berlusconi
» Pobre Amapá
» Qual é a sua Barretão?
» Caso Capiberibe: a verdade veio à tona
» A vantagem da discrição de Wagner
» Chico Bruno: O fim é domingo. Até que enfim
» Ficha Limpa: decisão de Ayres Britto aumenta o impasse
» O povão quer manter o poder de compra
» Todo cuidado é pouco com o Twitter
» O sonho vira realidade
» Omissão da mídia ajuda os ladrões do dinheiro público
» Ata não desata a candidatura de Ciro
» Os envergonhados
» A impunidade no Amapá
» Como é difícil revogar a Lei do Gérson
» O que é bom para os EUA...
» A verdade sobre o domicílio de Ciro
» Lula não caiu, oscilou
» Nem uma bala perdida
» Façam as apostas. A tensão vai aumentar ou baixar no Senado
» O preço do PMDB
» Xô Sarney
» A CPI da Petrobras é uma incógnita
» Água mole em pedra dura tanto bate até que fura
» TSE usa dois pesos e duas medidas e absolve governador
» A noiva quer um bom dote
» A revolução da transparência
» Gabeira agiu certo, na hora certa
» Amin, Lago e Cássio não têm padrinho forte
» Medidas para mudar o Congresso Nacional
» Pesquisa revela que esforço de Lula é recompensado, mas não basta
» Um ponto de partida
» Dirceu não é burro
» O bundalelê entre Wagner e a TV Bahia
» Sarney é o principal culpado das mazelas do Senado
[ Ver todas as publicações da coluna ]

Buscar Conteúdo
Colunistas

Fatal error: Cannot redeclare foto_existe() (previously declared in /home/patria/public_html/colunas.php:13) in /home/patria/public_html/lado_colunistas.php on line 13