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Venezuela Resiste ao Império

Postado em 17/05/2018 11:23

Conselho Nacional Eleitoral da Venezuela rechaça ingerência internacional

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Caracas, 17 May. AVN

A presidenta do Conselho Nacional Eleitoral (CNE), Tibisay Lucena, enfatizou nesta quarta-feira que o organismo obedece somente à Constituição da República Bolivariana da Venezuela, aprovada em 1999, às leis venezuelanas, assim como à vontade do povo venezuelano, expressada através do voto.

“O CNE da Venezuela obedece à Constituição e às leis venezuelanas, e em todo caso as decisões emanadas pela soberania exercida através do voto, não a governos estrangeiros. Rechaçamos categoricamente essas tentativas de ingerência e tutela”, afirmou Lucena, referindo-se às diferentes declarações ingerencisas feitas pela direita mundial, que “exigem” que a Venezuela adie as eleições presidenciais que acontecem no próximo domingo.

“Parece que têm um grande despezo pelo povo da Venezuela pensando que podemos nos submeter a uma colonização, neoliberalismo ou tutela. Não conhecem ou pretendem não conhecer o que é o povo aguerrido e valente da Venezuela”, acrescentou em entrevista transmitida pela Telesur.

Lucena condenou as intenções de governos que pretendem exercer a força contra a Venezuela, apesar de que nestes países —Colômbia e México — existem situações que colocam em dúvida o sistema eleitoral e democracia.

“Muitos dos países que criticam a Venezuela não oferecem nem sequer 1% das garantias” que oferece o CNE, destacou.

A presidenta do CNE exortou os mais de 20 milhões de venezuelanos convocados para este processo eleitoral — que elegerá o próximo presidente da República para o período 2019-2025 assim como os membros dos 23 Conselhos Legislativos — a ser um exemplo para o mundo.

Nesta eleição “vamos dar ao mundo inteiro uma lição de civismo e do que significa a democracia participativa e protagônica que temos na Venezuela”, afirmou.

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