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Valter Xéu

Postado em 26/12/2016 3:48

Dois episódios que vão custar caro

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a-aviao
Assassinato de um embaixador, queda de um avião com 94 pessoas a bordo. Isso vai dar merda
Valter Xéu
Dois episódios que vão custar caro.
Uma foi o assassinato do embaixador russo na Turquia e a outra, é caso fique comprovado que a queda do avia russo no Mar Negro foi um ato terrorista.
A essa altura talvez seja bem provável que a Rússia já tenha as respostas para ambos os casos e ai é só sentar e esperar o troco.
O ocidente não perdoa os russos de ter ajudado Erdogan a abortar um golpe contra seu governo por forças externas, não perdoam o envolvimento da Rússia no conflito sírio em apoio a Assad. E agora com
a vergonhosa derrota em Alepo e a descoberta daquilo que já se desconfiava de que os Estados Unidos e a força de coalizão na verdade estavam dando apoio logístico aos terroristas e não combatendo-os.
Então não é de se duvidar que uma serie de “acidentes” estejam de imediato acontecendo em relação à Rússia, não seja coisa “criada” pelos serviços de inteligência ocidental.
A reconquista de Alepo enfureceu os Estados Unidos que de imediato aplicou sanções a altos funcionários do governo sírio, empresas russas e chinesas, cidadãos desses países também foram atingidos com alegações de que apoiaram o governo Assad na retomada de Alepo.
Na concepção norte-americana, tantos as empresas como os cidadãos estavam do lado errado. O certo era apoiar o terror.
E ainda tem gente que acreditar ser os EUA, pais que semeia a miséria e a destruição e países pelo mundo, de a maior democracia do planeta.

Comentários:

Uma opinião sobre “Dois episódios que vão custar caro”

  1. A Rússia possui tecnologia militar sofisticada que já mostrou sua eficiência na Ucrânia e na Síria, mas vingança pela morte do embaixador na Turquia e abate do jato com 94 passageiros a bordo, na maioria artistas que fariam espetáculo para militares na Síria, vai ser um duro golpe na economia dos EUA com repercussões na Comunidade Europeia que já ameaça fragmentar-se no próximo ano. Aguardemos o que vem da China, aliada da Rússia. Os yankees não aprenderam a lição de 2008.

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