Panamá, 13 mai (Prensa Latina) Dirigentes sindicais do setor da saúde do Panamá reiteraram nesta segunda (13) sua decisão de ir à greve se as negociações em curso com as autoridades nacionais continuarem de forma irregular e sem especificar soluções às suas demandas.
Fontes sindicais confirmaram que no decorrer do dia haverá piquetes em protesto contra a maneira como estão conduzindo as conversas, as quais fogem de resolver os problemas salariais, melhoras trabalhistas e restituição de funcionários punidos em greves anteriores.
Diante da nova ameaça de greve, sobretudo dos sindicatos profissionais e técnicos, o ministro Javier Díaz advertiu que, se ocorrer a paralisação, haverá desconto para os funcionários que não se apresentarem em seus postos de trabalho.
Indicou que qualquer medida de pressão neste momento é injustificada, levando em conta que se estabeleceu um diálogo entre ambas as partes.
"Já lhes disse que fazer uma greve afeta os usuários", insistiu o ministro Díaz, ao expressar que em uma negociação não se pode pretender ganhar 100 por cento e que ambas as partes têm que ceder.
A respeito do aumento salarial solicitado pelos trabalhadores, Díaz afirmou que foi feito um aumento geral e "já não podemos aumentar mais", agregou.
Mas a direção dos profissionais de saúde respondeu em um comunicado que sejam respeitadas suas escalas salariais e que o aumento realizado pela Caixa de Seguro Social (CSS) e homologado pelo Ministério chegue a servidores públicos que não foram incluídos, como os estatísticos da saúde.
Indicaram que no momento não darão declarações aos meios de comunicação já que se encontram em negociações com as autoridades.
| Texto: / Postado em 13/05/2013 ás 13:51 |
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