Brasília - Quarta , 08 de Setembro de 2010 Página Inicial | Indique aos amigos
Argentina

Chanceleres argentino e uruguaio discutirão monitoramento ambiental do Rio Uruguai


Buenos Aires, (Prensa Latina) Os chanceleres argentino, Héctor Timerman, e uruguaio, Luis Almagro, reuniram-se nesta quarta (7) aqui para considerar as sugestões de ambas partes com respeito ao monitoramento ambiental do Rio Uruguai, onde funciona uma questionada planta de celulosa.

 

Quando o receba (a Almagro) vamos ver como fazemos para compatibilizar as duas propostas e terminar rapidamente para satisfação de todos, sustentou a véspera o ministro argentino de Exteriores.

 

Timerman considerou que o diferendo argentino-uruguaio pela instalação da papelera UPM (ex Botnia) na margem esquerda do Rio Uruguai significou um preço muito alto para as duas partes, Gualeguaychú e Fray Bentos.

 

Isto tem-nos motivar para que o rio seja um exemplo de controle do meio ambiente, sublinhou em declarações formuladas pouco dantes de receber a integrantes da Assembleia Cidadã Ambiental de Gualeguaychú.

 

O chanceler assegurou ademais que poria toda sua vontade por chegar a um acordo satisfatório com Montevideo.

 

Na reunião com os asambleístas, que se mostraram satisfeitos pela possibilidade de dialogar com Timerman e outros servidores públicos governamentais, participou também o governador dentre Rios, Sergio Urribarri.

 

Este último comentou à imprensa que serão os melhores técnicos e científicos quem levem adiante um monitoreo integral do rio e ambas costas.

 

O mandatário entrerriano considerou assim mesmo que corresponderá à Comissão Administradora do Rio Uruguai (CARU) cumprir um papel fundamental neste processo.

 

Nosso objectivo é que os dados que contribuam durante o monitoreo sejam públicos e em tempo real, sustentou Urribarri.

 

De acordo com reportes de imprensa, o governo uruguaio proporá a Argentina concretar um protocolo científico para levar adiante o monitoreo conjunto do Rio Uruguai, inclusive com participação de experientes de outras nações.

 

Para Uruguai é uma prioridade estratégica envolver aos países do Mercado Comum do Sur (MERCOSUL) numa verificación integral da Cuenca do Prata, manifestou o vicecanciller dessa nação Roberto Conde.

 

O caso da planta de celulosa Botnia foi levado por Argentina ante corte-a Internacional de Justiça de Haia, a qual opinou que a papelera não contamina, mas admitiu que esta foi implantada ali violando o Tratado do Rio Uruguai.

 

Texto: / Postado em 08/07/2010 ás 16:01

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