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Postado em 27/06/2018 10:04

Falta de recursos financeiros limita luta contra seca em Angola

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 Luanda, (Prensa Latina) A falta de recursos financeiros constitui hoje o calcanhar de Aquiles na luta de Angola contra a desertificação e a seca, assegurou o membro do Gabinete de Mudança Climática do Ministério do Ambiente, Luis Constantino.

A pouca disponibilidade de dinheiro nos impede de reduzir os efeitos desses fenômenos nas populações e nas perdas de recursos materiais, expôs o chefe do Departamento de Desertificação e Seca do referido Gabinete.

Referiu-se a vários projetos de cooperação com entidades da Organização das Nações Unidas (ONU) para a melhoria de solos, boas práticas na agricultura e correto uso da água.

Angola perdeu, só de 2000 a 2005, 3,1 por cento de sua área florestal, o que representa 1.872 milhão de hectares de florestas desaparecidas.

O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) afirmou recentemente que o país africano viverá no futuro um agravamento dos episódios de seca.

Terá uma maior frequência e gravidade dos eventos de seca que já sofrem províncias do sul do país desde 2012. A falta de chuvas nos territórios de Cunene, Huíla e Namibe afeta 1,2 milhão de pessoas.

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