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Postado em 09/07/2018 9:20

O FIM DO SUS E A MORTE DO BRASILEIRO

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Pedro Augusto Pinho*

O projeto aprovado no Congresso de utilizar os recursos petrolíferos do pré-sal para a saúde e educação tornou-se letra morta com a proposta do PSDB e dos golpistas de 2016 de destinarem esta riqueza nacional para as empresas de petróleo estrangeira, em especial as estadunidenses e inglesas, o que irá enriquecer ainda mais seus acionistas nos Estados Unidos da América (EUA) e no Reino Unido (UK).

É preciso muito cinismo e crença na ignorância popular para que os partidos que votaram ou apoiaram a entrega do petróleo brasileiro às empresas estrangeiras (DEM, PPS, PP, PSC, PRB, PSL, NOVO, Rede, PROS, PRTB, SD, PTC, além do PSDB) apresentem candidatos prometendo educação e saúde.

Vamos refletir sobre a questão da saúde nas condições do Brasil, hoje.

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O Ministério da Saúde, pela Portaria nº 1.717, de 12 de junho de 2018, descredencia mais de 6.000 Equipes de Saúde da Família (ESF) em Municípios brasileiros de todas as regiões.

Em Cícero Dantas, município baiano de 658 km², com população de 34 mil e 500 pessoas (IBGE 2013), Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) precário, 0,585 (PNUD 2010), fica reduzido, com este descredenciamento, de um terço sua equipe de atendimento pelo SUS. Cito por conhecer o município, que está inserido no “Polígono das Secas”, com rios temporários, pois com toda certeza não será o mais sofredor da quase exaustiva relação dos municípios, anexa à Portaria.

Por que este crime contra brasileiros é cometido por outros brasileiros? Seria simplista e incompleto, embora parcialmente verdadeiro, apontar a corrupção. Esta, quando efetiva, é o fim de extensa linha que começa pela apropriação do Poder Nacional.

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E os que colocaram estes atuais governantes, por manobras que tiveram início desde a descoberta do pré-sal, atuam em diversos segmentos econômicos, além do petróleo, como os caros leitores tomam ciência, diariamente, com as alienações dos patrimônio nacionais: empresa de aviação (EMBRAER), base de lançamento de foguetes (Alcântara, MA), empresas de engenharia de construção e montagem, indústria naval e, claro, o negócio da saúde.

Quantos laboratórios passaram de mãos nacionais para organizações estrangeiras? Quantos fabricantes de remédios não fecharam as portas?

A saúde, diria melhor, a doença é um investimento de alto retorno. Ao lado das finanças, das drogas, das armas e do petróleo estão as empresas que lucram com a doença, com a miséria, com a morte.

Se pensam que exagero, transcrevo notícia que o Portal Pátria Latina reavivou, neste momento que o Congresso Nacional aprova de um lado a morte e de outro a raposa para gerente do galinheiro (expressão do senador Randolfe Rodrigues). Ou seja, o uso no Brasil de pesticidas, agrotóxicos proibidos em todo mundo civilizado, e o Senado o nome do advogado Rogério Scarabel Barbosa, defensor dos planos de saúde privados para o cargo de diretor da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Aos que desconhecem, à ANS cabe, exatamente, fiscalizar os planos de saúde, que junto com os bancos, são os mais questionados serviços prestados à população. Devemos mais uma vez ao PSDB esta iniciativa impatriótica.

Assim, já não nos surpreende nem assusta a notícia de primeira página do Monitor Mercantil, em 29 de junho de 2018: “Planos de Saúde poderão cobrar até 40% por procedimento”, referente a novas regras de coparticipação e franquia em planos privados de saúde.

Eis a notícia do Pátria Latina.

“Cura do câncer existe há 80 anos e foi suprimida pelos Rockefeller para manter o controle populacional” e segue “as revelações do doutor Richard L. Day, em 1969, foram chocantes na época, mas agora começaram a se tornar realidade. O Dr. Day foi professor de pediatria na Mount Sinai School of Medicine, em Manhattan, Nova Iorque, e diretor médico da organização ‘Planned Parenthood’.

E ainda no Portal: “É difícil obter informações sobre uma possível cura direta do câncer pela Universidade Rockefeller, o que é compreensível se a declaração do Dr. Day estiver correta – e não há motivo para não o ser.

A universidade está envolvida na pesquisa do câncer através do Centro Anderson para Pesquisa do Câncer, que foi criado para encorajar e apoiar colaborações e abordagens no desenvolvimento de tratamento e pesquisa de curas. O câncer é pesquisado na Universidade Rockefeller  desde 1911 e vários marcos da pesquisa de câncer foram atribuídos aos cientistas da Rockefeller.

Tem havido muitas reivindicações de “tratamentos” que dizem curar o câncer, e muitas afirmações de que as curas estão sendo suprimidas por grandes empresas farmacêuticas e outras organizações (como o Instituto Rockefeller).

É altamente provável que tratamentos eficazes contra o câncer tenham sido suprimidos no passado com o objetivo de manter uma agenda de controle populacional na Terra”.

Assim, caros leitores, vocês estão diante de um crime infame, ignominioso, praticado por político dos partidos que enumerei e que devem ser afastados definitivamente da vida pública por vocês mesmos; não só estas pessoas não merecem seus votos, como seus partidos estão alinhados com os interesses da morte dos brasileiros e da alienação do Brasil. São os partidos políticos que fazem em nosso País a defesa dos Rockefeller, das famílias que controlam as finanças do mundo, as empresas de petróleo, as drogas, os pesticidas, as doenças e as guerras.

Do GGN jornal de todos os brasis, em artigo de Cida de Oliveira (06/07/2018): “O risco de reaparecimento de casos de poliomielite em mais de 300 municípios brasileiros, devido à baixa cobertura vacinal, tem sido atribuído em grande parte à população. No entanto, não é bem assim. Embora o imunizante não esteja em falta, existe um conjunto de fatores que contribui para a queda vertiginosa da cobertura vacinal até mesmo em municípios de São Paulo, o estado mais rico da federação, em que há nove municípios com cobertura inferior a 10%, quando a Organização Mundial preconiza 95%, para dificultar a circulação do poliovírus.

A demora no atendimento nos serviços sobrecarregados, com falta de pessoal, pode levar horas. E a carência de insumos e mesmo de uma ou outra vacina do calendário, o que geralmente obriga um retorno ao posto em outra data – situação complicada para mães ou pais que trabalham –, é um fator que desencoraja. É por isso que o dirigente da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco)e professor titular do Departamento de Medicina Social da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), Luiz Augusto Facchini, entende se tratar, na verdade, de mais um efeito previsível das políticas de austeridade implementadas pelo governo de Michel Temer (MDB) a partir do golpe de estado, em 2016”.

“Na opinião de Facchini só há uma receita para enfrentar o problema: respeitar e cumprir toda a legislação do SUS e investir em políticas sociais. Conforme avalia, a atenção básica é o ponto crítico. “Temos de investir para universalizar  a Estratégia de Saúde da Família, que hoje tem cobertura de 65%. Temos de ir rapidamente a 75%, 85%. Além disso, priorizar os processos para o funcionamento do SUS e de suas atribuições essenciais, como a vacinação, o que requer recursos suficientes para compra de vacinas, o seu recebimento, a distribuição, a aplicação nas crianças, bem como esforços de mobilização da comunidade para isso”.

Não se iluda, um partido Novo congrega os velhos e velhacos; outro que se chama democrata, os ditadores; os que se dizem cristãos/evangélicos, assassinos frios, aqueles que votam pela morte e pelos agrotóxicos; os denominados populares, republicanos e socialistas, apoiam o fim do Brasil e do Sistema Único de Saúde (SUS). Nas eleições de 2014, as empresas Amil, Bradesco, Qualicorp e Grupo Unimed doaram juntas em torno de R$ 52 milhões para candidaturas de 131 parlamentares.

Reaja, pela Pátria Livre e em defesa do SUS.

*Pedro Augusto Pinho, avô, administrador aposentado

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