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Em Defesa da Petrobras

Postado em 27/12/2016 7:40

Petroleiros suspendem paralisação e sinalizam para greve em 2017

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CTB
Após um Natal de luta e mobilização dos petroleiros, o coordenador geral da Federação Única dos Petroleiros (FUP), Zé Maria, parabenizou a categoria e indicou a suspensão do movimento para avaliação estratégica,no Conselho Deliberativo, marcado para quarta-feira, dia 4 de janeiro. De acordo com a FUP, a paralisação durante as festas de fim de ano foi inédita e servirá muito para a grande greve que virá por aí.
Em 2016, os protestos de petroleiros foram constantes
O Sindipetro do Amazonas aprovou o indicativo da FUP e já suspendeu a paralisação na Reman, deixando claro que há possibilidade de retorno após avaliação do quadro nacional. No Rio Grande do Norte, no Polo Industrial de Guamaré, também houve a suspensão do movimento que iniciou na sexta-feira, dia 23. Segundo o sindicato, a categoria segue coesa, apostando na unidade e na luta em defesa da Petrobrás.

No Paraná, a greve na TEPAR e REPAR encerrou às 7h30 da manhã desta segunda-feira (26). Na SIX continuam os atrasos e restrições de permissões de trabalho até segunda ordem. Já nos Terminais de Santa Catarina há possibilidade de deflagrar uma greve a qualquer momento. Em Duque de Caxias, foi suspenso o movimento e corte de rendição. E no Norte Fluminense, seguindo o indicativo da FUP, as manifestações foram suspensas.

Já em São Paulo, há um estado de greve. A suspensão da paralisação na Recap e na Replan foi por tempo indeterminado, podendo voltar a qualquer momento. Também haverá paralisações em outras bases, ainda não divulgadas pelos sindicatos. Os petroquímicos do Paraná também permanecem em estado de greve, e aguardam a data do Conselho Deliberativo, em que já confirmaram presença.

Após cumprirem o que foi indicado nas assembleias, a paralisação a partir da sexta-feira, 23, com corte de rendição, setoriais, informes e atrasos, o Sindipetro da Bahia suspendeu o movimento para avaliar as estratégias. Segundo o sindicato, em 2017, será inevitável a Greve Nacional da Categoria Petroleira, para enfrentar a retirada de direitos e o desmonte e privatização do Sistema Petrobrás.

Fonte: FUP

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