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Postado em 03/08/2016 5:51

Santos inaugurará encontro sobre desafios do pós-conflito na Colômbia

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Bogotá, 3 ago (Prensa Latina) O presidente colombiano Juan Manuel Santos inaugura hoje o encontro Colômbia 2020 no qual, junto a outros políticos e analistas, dissertará sobre os desafios para implementar os acordos entre o Governo e as insurgentes FARC-EP.
Desde 2012 representantes governamentais e das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia-Exército do Povo (FARC-EP) dialogam em Cuba com o propósito de encontrar uma solução acordada para o longo conflito entre ambas partes, conversas que podem terminar satisfatoriamente em data próxima, a julgar por seus progressos.
No encontro desta quarta-feira, que terá como sede o central Hotel Marriot, o chefe de Estado estará acompanhado da embaixadora da União Europeia em Bogotá, Ana Paula Zacarías, congressistas e pesquisadores para falar sobre os desafios que pressupõe o período pós-bélico e a respeito da imprescindível criatividade a fim de garantir seu desenvolvimento.
O Alto Conselheiro para o Pós-conflito, Rafael Pardo, será outro dos palestrantes; além do legislador Iván Cepeda, co-presidente da Comissão de paz do Senado e impulsionador dos diálogos com a insurgência.
Depois de ter conciliado posições nos temas de reforma rural integral, participação política, combate ao tráfico ilícito de drogas, vítimas, cessar-fogo bilateral e desarmamento desses guerrilheiros, as duas delegações reunidas na capital cubana esclarecem assuntos como o método para escolher os magistrados do tribunal especial, que aplicará a justiça de transição.
Definir os mecanismos para reintegrar à vida civil os futuros desmobilizados desse agrupamento rebelde é outra das questões pendentes.
O conflito ocasionou 300 mil mortos, quase sete milhões de deslocados de seus lugares de origem e pelo menos 45 mil desaparecidos.
Segundo cientistas políticos, a adequada e rápida implementação dos consensos com essa guerrilha dependerá em grande parte do favorável resultado da referida fase de transição e da confiança da população nos benefícios da paz.

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